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E a promessa de continuidade cumpriu-se.
No dia 25 de Outubro, na ETNA (Escola de Técnologias Navais), no Alfeite, teve lugar o 2º Torneio Aberto de BTT organizado por esta unidade.
A tentativa de despertar e motivar o interesse pela prática da modalidade entre os militares da Marinha tem surtido efeito com este tipo de iniciativa.
Nesta segunda edição o numero de inscritos foi semelhante aos da primeira, tendo sido de destacar a surpresa que foi a alteração do percurso que em muito contribuiu para o exito da edição. Apesar de ter sido criado um escalão para militares do sexo feminino, ainda não foi desta que deram o ar da sua graça.
Da Esquadrilha de Navios Patrulhas (e Agrupamento), unidade onde presto serviço, participaram quatro atletas. 2TEN Leite, CAB CCT Ribeiro, CAB CM Vidigal e CAB CRO Almeida, que obtiveram respectivamente as seguintes classificações, no 2º escalão: 15º, 11º, 18º e desistência devido a queda.
Pessoalmente, apesar de ter concluido com uma boa classificação, a queda que sofri na primeira volta revelou algumas horas depois uma lesão no tornozelo direito, que ainda me deu algum trabalho de recuperação.
Apesar de tudo, o que é sempre mais importante é a participação!!
As imagens dizem o resto!!...
ribas
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Tentámos mais uma vêz reunir pessoal "marinheiro" para rolar. Desta feita o destino seria 50km na Arrábida. O Vidis estava doente e muito outro pessoal não apareceu por razões várias.
Quem esteve, esteve!! Quem não esteve, não sabe o que perdeu!!
Ribas, ruca mais o cunhado João e um "perdido", o Tó Zé Andorinha.
De um percurso extremamente excitante destaco um single-track que pessoalmente não conhecia: O Velho das Saias. Espectacular!!
Fui ter com o pessoal à Qta do Conde, de onde saímos. Qta do Peru, Aldeia de Irmãos, Casais da Serra, Velho das Saias, Comenda, capela de S. Luis da Serra, subida das Necessidades velhas, Vila Fresca de Azeitão, Qta do Conde.
Para mim foram uns excelentes 72 km.
Já estamos a pensar num nouturno por lá ...
ribas
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Depois de ter feito o tão desejado "upgrade" à menina e de a ter testado mais uma vez nas áridas terras do sudoeste algarvio, eis que me "colei" a mais dois colegas de armas e juntos transpomos, quase diariamente o percurso por estrada, de casa até ao Alfeite. São, no mínimo, 150 Km semanais, sem contar com as voltas do fim-de-semana.
ribas, ruca e vidis, talvez um trio para durar!!...
ribas
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Este passeio na Ericeira que a organização definiu como de dificuldade 4/5 revelou-se, devido às condicionantes climatéricas dos dias anteriores, bem mais difícil.
Os 51 Km que decidi fazer, com bastante lama e piso deveras escorregadio, foram responsáveis por me provocar um empeno dos mais capazes. Estas condições fizeram com que uma grande parte do percurso não fosse ciclável, particularmente nas subidas mais íngremes onde a lama ou as grandes pedras soltas impossibilitaram a condução, tendo a progressão que ser feita a pé.
Pena que todo o pessoal do grupo tenha ficado pelos 25 Km, apenas tive a companhia sempre motivante do amigo Lameira (camacala).
Abastecimentos aquém das expectativas, banho frio, churrasco razoável, banho de piscina não aproveitado.
O Fidalbyke fez-se representar por: ribas, zedaroda, gms e carloscosta.
- Distância: 51.380 metros;- Grau de dificuldade física: 4 (de 1 a 5);
- Grau de dificuldade técnica: 4 (de 1 a 5);
- Ascensão total: 1.236 metros;
- Ponto mais alto: 161 metros;
- Ponto mais baixo: 0 metros;
- Gráfico de altimetria:
a equipa completa
ribas
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Treina moderadamente
O corpo tem limites, não tentes encontrá-los muitas vezes. Não queiras acabar todos os dias exausto. O grande erro da maioria dos atletas, é entusiasmarem-se e transformar os treinos, que deveriam ser de recuperação, em competições. Quanto maior o nível de forma, maior deve ser a diferença de intensidade entre os dias fáceis e os difíceis.
Treinar consistentemente
O corpo humano necessita também de rotina nos esquemas de treino para conseguir uma melhor adaptação ao esforço. Isso é possível com um padrão de treinos que seja estruturalmente igual, durante várias semanas. A variedade também é importante.
Descansa adequadamente
O descanso é mais importante que o treino. É durante o descanso que o corpo se adapta ao trabalho anteriormente realizado. E quanto maior a carga, maior e melhor terá que ser o descanso. E quanto mais jovem é o ciclista mais horas de sono precisa.
Treinar em grupo esporadicamente
Este é um princípio fundamental: a individualização. Treinar em grupo obriga a andar rápido quando precisar de recuperação ou fazer mais ou menos horas do que o grupo decidiu fazer. No entanto, treinar em grupo melhora a habilidade e a destreza para andar em pelotão. No período de pré-temporada, no inverno, em que os treinos não são tão específicos, é interessante arranjar um grupo que ande num ritmo confortável.
Treinar com objectivos
Crie objectivos. Treinar sem objectivos é como andar à deriva. A moral, a concentração e a força anímica para realizar os treinos é maior se estiver pensando que o trabalho que estás realizando tem um determinado objectivo.
Trabalhar os seus pontos fracos
A maioria dos ciclistas gasta demasiado tempo a trabalhar aquilo em que já são bons. O segredo de um bom esquema de treinos está na diversificação do trabalho, é claro, sempre levando em conta a especialidade do ciclista.
Confiar nos seus treinos
Existem ciclistas, que no dia antes de iniciarem uma competição importante, fazem um treino de grande volume, porque pensam que irão estar em melhor forma física. Algumas vezes são necessários de 10 a 21 dias para o organismo estar totalmente recuperado e iniciar uma corrida exigente, dependendo da dureza dos treinos efectuados anteriormente.
Escutar o corpo
Um plano pode estar traçado para vários dias. Mas é preciso interpretar as sensações. A verdade é que dever-se-á saber tomar decisões na altura certa, mesmo que tenha que fazer pequenas alterações ao plano inicial.
Comprometer-se a atingir objectivos
Talvez seja o mandamento mais complicado para alguns ciclistas, principalmente os mais jovens, quando têm que renunciar a um determinado estilo de vida para melhorarem o seu rendimento, como deitar mais cedo, ter uma alimentação equilibrada, entre outras coisas.
FONTE
http://www.portalbtt.com/
ribas
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Certamente, todos nós já nos arranhamos, cortamos, esfolamos um joelho ou um braço a fazer BTT.
Muitos de nós quando se fere numa mão por exemplo, a primeira coisa que fazemos inconscientemente é levar a mão a boca e lamber a ferida! Outros pensam que isso é nojento e não o fazem.
Pois bem, fiquem sabendo que a saliva é um excelente microbicida natural, é ela que nos protege das cáries, e das infecções bocais. Sem saliva vivíamos muito pouco tempo.
Portanto, quando tiverem uma ferida no meio do mato, ponham um pouco de saliva, para além de lavar a ferida, as proteínas da saliva combatem as bactérias que estão desejosas de entrar dentro da ferida e infectá-la.
Tal como as lágrimas (que protegem os olhos) a saliva também contém uma proteína (enzima) chamada de Lisozima. Esta enzima, "come" a "casca" das bactérias destruindo-as (por outras palavras, o lisozima catalisa a hidrólise do peptidoglicano da parece celular bacteriana).
O lisozima também se encontra na clara do ovo, e é isso que faz com que o "pinto" possa nascer sem que o ovo apodreça antes devido a contaminações bacterianas.
Além do lisozima, a saliva contém ainda outras proteínas que impendem o crescimento bacteriano, tal como a Lactoferrina. A lactoferrina é uma proteína que "capta" os iões Ferro livres, e sem Ferro as bactérias não crescem. A saliva ainda contém anti-corpos (IgA) que combatem infecções virais.
Segundo estudos recentes, parece que a saliva contem outra proteína (EGF - Factor de crescimento epitilial) que faz com que o tempo de cicatrização de uma ferida seja mais curto! Por isso é que as feridas na boca curam mais depressa.
Portanto, o acto inconsciente de lamber uma ferida, presente em grande parte dos animais, tal como no homem, nos cães, gatos, periquitos, e outros mais, é um mecanismo de defesa que está escrito na nossa "memória genética" e que nos leva a inconscientemente curar uma ferida, sem pensar sequer no que está por detrás disso.
Portanto, lambam-se pela vossa saúde. Mas só com a saliva do próprio. Não se esqueçam que há muitas doenças que podem ser transmitidas pela saliva de alguém infectado, como o vírus da Hepatite por exemplo.
FONTE:
www.forumbtt.net - andrextr
ribas
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Tudo o que é antigo desperta em nós uma relativa curiosidade e interesse. Pessoalmente o que me atrai nas bicicletas antigas é essencialmente a “imagem”. Eis aqui algumas imagens de “relíquias” de duas rodas que fizeram as delícias dos nossos pais e avós.

ribas
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Foi a minha estreia em Alte. Fiz o percurso de 48 km que no total foram cerca de 54. Mas nem tudo foram rosas e havia muita lama no início devido à chuva que se fez sentir durante a noite e ainda no início da manha.
Os primeiros 10 kms foram uma desgraça, empenos de todo o tipo e muito material para a sucata, só desviadores vi uns quatro. Muito pessoal teve que voltar para casa mais cedo o que foi uma pena porque para cá estarem tiveram que percorrer uma longa distância.
Ainda não fiz nenhum passeio de btt que não gostasse do percurso, e este não foi excepção, antes pelo contrário. Acho que foi um percurso muito bem escolhido e bem sinalizado. Quero dar os meus parabéns à organização pela logística disponibilizada ao longo do percurso, desde a GNR ao pessoal da Escola Profissional de Alte, que desempenharam muito bem o seu papel, sempre com muita simpatia e um sorriso na cara.
Em relação aos abastecimentos acho que estiveram muito bem também, desde bolos secos a fruta variada, gatorade, águas e red bull mais as suas belas deusas. Mas quando se exagera, como foi o meu caso na laranja, fica-se totalmente empenado, como tal só vos digo que os últimos 8 km foram para esquecer, ou melhor aprender que não devo comer laranja quando tou em prova.
Um abraço ao grupo todo que mais uma vez provou ser o melhor.OSGA
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Sagres é uma vila pacata no sudoeste algarvio que tem algumas potencialidades para a prática de BTT. Foi no ambiente desta localidade que, juntamente com o meu compadre Osga, nasceu a vontade de se planear um raid que unisse, pela costa vicentina, a praia da Mareta em Sagres à praia de Odeceixe, na fronteira entre o Algarve e o Alentejo. Servindo-nos de apoio o último track GPS da travessia de Portugal, em sentido invertido, prevemos que o percurso some cerca de 90Km.
A aventura está agendada para o final desta primavera e será efectuada uma reportagem multimédia do evento.
A ver vamos …ribas
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Nas zonas limítrofes de Sagres existem cerca de 11 praias. Esta voltinha matinal serviu para “publicitar” um dos grandes atractivos que esta vila possui: os areais.
Encontro na casa da sogra para tomarmos balanço para as “praias do norte”, Telheiro, Ponta Ruiva, Casteleijo, Cordoama e Barriga. Descemos pela Vila do Bispo para passarmos pelo Martinhal e Rebolinhos. No sentido do centro da vila passamos pela Baleeira e pela Mareta. Algum tempinho para refrescar a garganta e as vistas e lá seguimos nós para o Tonel e finalmente uma visita ao Beliche. Quantos Km’s ?? 50.
Agora vamos mas é ao banho e trabalhar para o bronze !!ribas
Com a companhia sempre divertida do meu compadre Osga, sempre que estou em Sagres, partimos os dois à redescoberta dos trilhos que por ali existem.
A volta é basicamente sempre a mesma, mas de maneira nenhuma se torna enfadonha. No percurso existe de tudo: alcatrão, estradões de terra batida, subidas técnicas, descidas junto às escarpas, enduro tracks, areia, boas paisagens.ribas
Muita demagogia se tem desenvolvido acerca das Ciclovias em Portugal. O poder político promete, mas como sempre, não faz. A prometida Ciclovia algarvia, que uniria Sagres a Vila Real de Sto. António, não passa de uma utopia. As “Ecopistas” da Refer, idem.
Os “noestros hermanos” autarcas Espanhóis, bem menos demagogos que os nossos, souberam dar um excelente exemplo unindo o interesse lúdico dos ciclistas à exploração turística de uma rede desactivada de caminhos-de-ferro. As “Vias Verdes”, actualmente com 1550 Km, oferece uma variedade de percursos ao longo do interior do país. Fica a saber tudo AQUI.
Um dos expoentes máximos de Ciclovias é a “Danube Bike Trail”, uma das mais famosas Ciclovias europeias. Une as cidades de Passau na Alemanha a Budapeste na Hungria. 700 Kms de um traçado faboloso percurrido ao longo do rio Danubio. Visita este ENDEREÇO.
Numa das minhas viagens profissionais tive a sorte de visitar Amesterdão,
capital da Holanda. Para alem da indiscutivel beleza que tem, deparei-me com uma cidade que contempla a Ciclovia com tanta importancia como um passeio para os peões. O exemplo de Amesterdão é seguido na maiorias das cidades europeias.
É sabido que efectuar a
restruturação das vias nas cidades Portuguesas não seria viavel, pelo menos a curto/médio prazo, mas em novos empreendimentos camarários, restruturação/beneficiação de percursos que unem freguesias ou conselhos, urbanizações, parques florestais, e mais um punhado de exemplos execuiveis, seria um bom exemplo de evolução e bem-estar a seguir.
ribas
Ninguém nasce ensinado!...
Qualquer que seja o desporto, as crianças de hoje são os atletas de alta-competição de amanhã. A preocupação pela formação de atletas de tenra idade é uma das prioridades dos clubes e associações. Hoje em dia dificilmente um jogador de futebol ou basquetebol sai da rua para um grande clube, sem passar por uma formação.
O BTT não deverá ficar para trás! Não deverá ser excepção!
Dever-se-ia dinamizar e apostar nas “escolinhas” de BTT.
Louvo aqui a iniciativa de um clube aqui do Barreiro, o QVG (site aqui e fórum aqui), que tem desenvolvido um excelente trabalho neste sentido.
“Vamos lá pegar o bichinho ao putos!!”
ribas