domingo, 29 de abril de 2007

CICLOVIAS

Muita demagogia se tem desenvolvido acerca das Ciclovias em Portugal. O poder político promete, mas como sempre, não faz. A prometida Ciclovia algarvia, que uniria Sagres a Vila Real de Sto. António, não passa de uma utopia. As “Ecopistas” da Refer, idem.
Os “noestros hermanos” autarcas Espanhóis, bem menos demagogos que os nossos, souberam dar um excelente exemplo unindo o interesse l
údico dos ciclistas à exploração turística de uma rede desactivada de caminhos-de-ferro. As “Vias Verdes”, actualmente com 1550 Km, oferece uma variedade de percursos ao longo do interior do país. Fica a saber tudo AQUI.



Um dos expoentes máximos de Ciclovias é a “Danube Bike Trail”, uma das mais famosas Ciclovias europeias. Une as cidades de Passau na Alemanha a Budapeste na Hungria. 700 Kms de um traçado faboloso percurrido ao longo do rio Danubio. Visita este ENDEREÇO.



Numa das minhas viagens profissionais tive a sorte de visitar Amesterdão, capital da Holanda. Para alem da indiscutivel beleza que tem, deparei-me com uma cidade que contempla a Ciclovia com tanta importancia como um passeio para os peões. O exemplo de Amesterdão é seguido na maiorias das cidades europeias.

É sabido que efectuar a restruturação das vias nas cidades Portuguesas não seria viavel, pelo menos a curto/médio prazo, mas em novos empreendimentos camarários, restruturação/beneficiação de percursos que unem freguesias ou conselhos, urbanizações, parques florestais, e mais um punhado de exemplos execuiveis, seria um bom exemplo de evolução e bem-estar a seguir.

ribas

ESCOLA DE BTT

Ninguém nasce ensinado!...

Qualquer que seja o desporto, as crianças de hoje são os atletas de alta-competição de amanhã. A preocupação pela formação de atletas de tenra idade é uma das prioridades dos clubes e associações. Hoje em dia dificilmente um jogador de futebol ou basquetebol sai da rua para um grande clube, sem passar por uma formação.
O BTT não deverá ficar para trás! Não deverá ser excepção!

Dever-se-ia dinamizar e apostar nas “escolinhas” de BTT.


Louvo aqui a iniciativa de um clube aqui do Barreiro, o QVG (site aqui e fórum aqui), que tem desenvolvido um excelente trabalho neste sentido.

“Vamos lá pegar o bichinho ao putos!!”


ribas

quinta-feira, 26 de abril de 2007

segunda-feira, 23 de abril de 2007

CICLOTURISMO

Como irmão mais velho do BTT, o Cicloturismo ainda impõe a sua força e experiência. Assentando na filosofia do ciclismo de estrada, o Cicloturismo atrai bastantes aficionados. As velozes asfálticas são muitas vezes objectos de treino de resistência e endurance por parte de atletas de BTT.
Este Domingo juntei-me aos cerca de 200 participantes que integraram o 8º Passeio de Cicloturismo da Casa do Benfica de Portimão. Desde já lhes dou os parabéns pelo percurso escolhido e pela boa organização que ali estava implantada.



Alem disso gostaria de aqui homenagear a Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta por todo o esforço e trabalho que tem desenvolvido ao longo destes anos em prol de um desporto que nem sempre é apoiado.
Visitem o seguinte endereço: http://fpcubicicleta.no.sapo.pt/.

OSGA


domingo, 22 de abril de 2007

AS TRES SENHORAS

É um privilégio para mim e para todos os que residem na zona entre Lisboa e Setúbal, usufruírem das excelentes condições proporcionadas pelas três senhoras. Consideradas as três “mecas” do BTT na zona da grande Lisboa e sul do Tejo, as serras de Sintra, de Monsanto e da Arrábida são locais aprazíveis, de grande beleza natural e magnificas para quem gosta de BTT.


ribas

sábado, 21 de abril de 2007

CARTAZES

Talvez porque tenha tido uma formação académica na área das artes gráficas, o facto é que me sinto bastante atraído pelo design e arranjo gráfico dos cartazes dos inúmeros eventos relacionados com o BTT. Actualmente com as facilidades que a informática nos proporciona, são de realçar verdadeiros trabalhos artísticos que dão um especial prazer em observar.
Que se continuem a esmerar os Designers BTTistas.



ribas

DE BIKE PARA O TRABALHO

Não todos os dias, mas de vez em quando sabe bastante bem. Recomenda-se …



ribas

SÓ PARA SENHORAS !!...



ribas

segunda-feira, 16 de abril de 2007

50 KM NA MACHADA

Alem de fazer treino de estrada indo frequentemente para o trabalho de bike (Barreiro-Alfeite-Barreiro), faço pelo menos uma vez por semana um percurso de treino que eu próprio criei na Mata da Machada. São aproximadamente 50 Km (saindo e regressando aos Fidalguinhos).



ribas

domingo, 15 de abril de 2007

A NOVA BIKE


Na altura forçada surgiu a oportunidade esperada. A montagem da tão esperada bicicleta nova. Juntando opiniões do Ribas e alguns gostos pessoais, eis aqui o resultado final.



– Caracteristicas

• Quadro – BH em
Carbono
• Suspensão – Rock Shox Reba Com Pop-Lock 100mm
• Mudanças trás – Sram X9
• Mudanças frente – Sram X-Gen
• Manípulos – Sram X9
• Corrente – Sram
• Travões – Formula Oro K18
• Manetes travão - Oro
• Discos – Formula Oro Disc 160mm
• Pedaleiro – Shimano XT
• Guiador – Pro Carbono
• Extensores guiador – X-TAS-Y em Carbono
• Avanço do guiador – Pro Ritchey
• Caixa de Direcção – GX Pro
• Pedais encaixe – Crank Brothers Egg Beater
• Espigão selim – Pro XCR de
Carbono
• Selim – Specialized Avatar Gel 130mm
• Suporte de Bidon – Goka em Carbono
• Cubos – Mavic
• Cassette – Shimano XT
• Aros – Mavic Crosstrail
• Pneus – Specialized Fast Track 2.0 Tubeless
• Conta-quilómetros – Sigma BC 906
• Peso – 9,900 kg
• Nome de Baptismo – “GIMBRINHA 2”


OSGA

MOVIMENTO “À BORLIU”

O panorama do BTT nacional, visto de uma certa perspectiva, requer um certo dispêndio financeiro de quem gosta de rolar por vários locais diferentes. Os passeios, as maratonas, os raids, as travessias, tornaram-se acontecimentos com fins lucrativos a que muitos de nós se torna impossível suportar por muito tempo. A fuga à monotonia dos mesmos tracks, a procura por um ambiente divertido de amizade e entreajuda, mas sobretudo o facto de não se ter que pagar nada para se usufruir de excelentes momentos de BTT, tem levado muita gente a colar-se à roda dos “à borliu”.


Carlos Magno (penatabua) o grande impulsionador deste movimento teve o dom de conseguir atrair ao grupo um número sempre crescente de
BTTistas. A sua presença activa, divertida e simples, cativa de dia para dia mais seguidores. Desde os iniciantes, passando pelas senhoras, até ao pessoal mais batido, todos reconhecem o carisma deste nosso amigo amante do BTT. O dinamismo e “savoir faire” deste relações públicas do BTT tem-no levado a fazer parte da organização de vários eventos: 24 Horas de BTT de Monsanto Escolaaventura, Maratona Internacional Idanha-a-nova/Zarza la Mayor.
“A paixão pela natureza, pelo convívio e a necessidade de fugir á selva de Betão, motivaram-me a organizar, eventos e momentos que nos proporcionam, um retorno ao nosso espaço NATURAL, "O MEIO RURAL", em harmonia com a fauna, flora, património e as histórias do passado” – cito penatabua.

“… queres sentir adrenalina nas subidas ?? …”

ribas

sábado, 14 de abril de 2007

MATA DA MACHADA

Situada entre as freguesias de Palhais e Coina no concelho do Barreiro, distrito de Setúbal, está plantado um dos grandes pulmões da margem sul do Tejo. Mandada plantar em meados do século XV, no reinado de D. João II, tinha um único objectivo que passava pela obtenção de madeiras para a construção naval, de onde saíam as caravelas e naus, que outrora levaram o nome de Portugal aos quatro cantos do mundo. Baptizada de início com o nome de MATA REAL é conhecida nos nossos dias por MATA DA MACHADA.

É o local mais perto de casa para a prática do BTT. Sirvo-me deste local para treinar semanalmente. Não é considerado um local com condições ideais, pois é algo arenoso, mas fazem-se bem treinos de 50Km.



ribas

quinta-feira, 12 de abril de 2007

"BY NIGHT"

Costuma-se dizer que “de noite todos os gatos são pardos”.
As sensações do BTT à noite são diferentes. A percepção do caminho, do ambiente, o esforço é sentido de outra maneira. Nas alturas em que aceleramos e que a visibilidade se torna deficiente, a adrenalina é multiplicada, tornando o gozo da condução num prazer indescritível.

Os “nocturnos” são raids sempre muito esperados e que infelizmente têm poucos adeptos. Pessoalmente gostaria que a dinamização deste tipo de eventos fosse mais desenvolvida.

Faço aqui referência a um dos nocturnos que me surpreendeu muito pela positiva. Ficou famoso este ano pelo desafio feito, mais uma vez pelo meu clube FIDALBYKE, à presença de um número de BTTistas record. Tentou-se e conseguiu-se juntar 400 participantes no “S. Silvestre” do final do ano.

ribas

segunda-feira, 2 de abril de 2007

SUBIDA DA CORDOAMA

Existem desafios que passam por nós e que pensamos que são difíceis ou mesmo impossíveis de superar. Em certas alturas da nossa evolução desportiva deparamo-nos com obstáculos que mesmo sem os tentar ultrapassar, só de olharmos para eles resolvemos dizer para nós próprios que ainda não temos “pedalada”, que ainda temos muito que treinar para os vencer.
Nós, Osga e Ribas, quando fizemos pela primeira vez aquela descida para a praia da Cordoama, no sudoeste algarvio, pensámos logo que desafio seria, se a subíssemos.
Mentalizados com a incerteza do nosso desempenho, saímos convictos de que esse desafio era a nossa realidade para esse dia.
Descemos vertiginosamente! Mas ao recomeçar a subir a apreensão invadiu-nos. Cedo nos apercebemos de que o que pensávamos ser um “bicho-de-sete-cabeças”, até nem o foi.




As vezes que nos subestimamos são momentos em que não acreditamos que somos capazes de feitos que no fundo estão ao nosso alcance. Basta que acreditemos.

ACREDITAR. É a palavra-chave que nos leva mais longe.

OSGA e ribas

RIBAS NO TROIA-SAGRES

Sagres é um local que à já muitos anos está no meu quotidiano. A família da minha cara-metade reside lá e é com eles que compartilho os vários períodos de férias e muitos fins-de-semana ao longo do ano. Ao pensar em fazer o percurso que tantas vezes faço de carro e na alegria de chegar a Sagres montado na minha bike deu-me “pica” para tentar. Pensando que o desafio estava ao meu alcance, em Dezembro de 2005 juntei-me à equipa que o FIDALBYKE formou para esta travessia, não tendo a noção de que os 208 quilómetros não eram “pêra doce”. Logicamente que sem o treino adequado e com peso em excesso não conseguiria percorrer nem um quarto do percurso. Com esta tentativa lograda decidi reunir as condições físicas para que no ano seguinte a aventura se concretizasse. E assim foi, um 2006 com muito treino BTT, treino de estrada com “slics”, alimentação cuidada (o que levou a uma redução de 10 Kg de peso – de 82 para 72 Kg) e uma força de vontade enorme. Dia 16 de Dezembro de 2006, integrado na equipa do FIDALBYKE, foi com grande satisfação que consegui levar a cabo o propósito para o qual trabalhei nesse ultimo ano. Concretizei o Tróia-Sagres em 8h57 a uma média de 23.33 Km/h. Quero deixar aqui os meus agradecimentos às seguintes pessoas:
- ao Mário Rui, por ter puxado por mim do inicio ao fim
- ao Tó-Zé, por ter ido sempre à minha frente a cortar-me o vento

- ao Rui Nunes pela "seca" da condução da carrinha de apoio e por me iluminar o caminho nos últimos quilómetros
-
ao Pedro Baleia, camarada de armas da marinha, que aceitou o convite da nossa companhia
- ao Pedro Padinha, que embora tenha tido um andamento bem mais rápido que o nosso, nos acompanhou nesta saga

- à minha sogra que permitiu que seis manganões todos suados tomassem banho em sua casa
- ao FidalByke por ter apoiado mais uma vez os seus atletas.


Eleva-nos bastante o ego e dá-nos força para continuar quando ultrapassamos limites que desconhecíamos poder conseguir…

ribas

sábado, 31 de março de 2007

BLOKART

Quando o “bicho da poeira” nos morde contagia-nos com uma febre que não nos deixa afastar muito da terra batida.
No verão, em Sagres, nos dias de nortada, temos um desporto que nos dá sensações algo parecidas com o BTT.
O BLOKART é um género de WindSurf, mas em rodas.
Consiste num carro com uma vela, dependendo da força do vento assim é o tamanho da vela.
Passando várias vezes ao lado da pista, onde se pratica o Blokart, visto esta estar posicionada entre Sagres e Vila do Bispo, eu e o compadre Ribas sempre comentava-mos que tínhamos que ir experimentar aquele desporto.
Um dia quando vinha-mos de Lisboa, em direcção a Sagres, decidimos que era o momento certo para fazermos o nosso baptismo de Blokart, e assim foi.
Lá negociamos um bom preço, com o Jim (proprietário) e fomos para o brifing de manobragem. Devo-vos dizer que é bastante fácil.
Equipamo-nos a rigor e com a ajuda do monitor, começamos a deslizar pela pista de aprendizagem, passado uns dois minutos fomos de imediato encaminhados para a pista principal e aí sim, pura adrenalina, muito vento norte, o qual proporciona uma grande velocidade. Enfim, só experimentando...
Mais pareciam dez minutos e já tinha passado uma hora, quando o monitor nos disse que tinha terminado o tempo, quando saímos do Kart e olhamos um para o outro, estava-mos simplesmente todos sujos de pó, principalmente nas costas onde predominava bastante suor, já era praticamente lama.
Claro que ao chegarmos a casa levámos uma valente descasca das mulheres.
Mulheres a parte, aconselho-vos vivamente a experimentar este desporto, para sentirem uma liberdade total e pura adrenalina, comparado com isto só a descida da cordoama...

OSGA

segunda-feira, 26 de março de 2007

I CAN ONLY IMAGINE FATHER SON

"...é o final de uma reportagem sobre um militar americano aposentado que cuidava sozinho de seu filho com paralisia cerebral, desde que foi abandonado pela sua esposa. Um dia, em casa, percebeu que seu filho estava bastante atento para uma competição de Triatlo. Estava vidrado, mesmo! E prometeu que iria se inscrever com o filho na competição chamada de "Iron Man". Precisava de índice oficial para disputar a prova. Já tinha 58 anos e se viu no compromisso (assumido com o filho) de mais um pequeno sacrifício. Começou a treinar todos os dias levando consigo o próprio filho. Chegou em último lugar. Mas desta competição, só se lembrarão desse competidor. Vale a pena prestar tributo..."
A prova IRONMAN consiste em nadar 3800 m, pedalar 180 km e para finalizar correr uma maratona, ou seja, 42 km.




ribas

terça-feira, 20 de março de 2007

OS BTTISTAS DE PORTIMÃO

Como moro em Portimão à relativamente pouco tempo não conhecia lá ninguém para a pratica do BTT, muito menos quaisquer trilhos. Comecei então a andar sozinho por este ou por aquele caminho. Entretanto, precisei de fazer umas alterações na minha “GIMBRINHA” e procurei uma loja para esse fim. Foi então que descobri o “TORRADO BIKES” a cinco minutos de casa (que sorte a minha, passou a ser a minha segunda casa…). Aí conheci vários BTTistas, colegas de trabalho de um amigo meu chamado Bruno (que também já viciei no BTT), e que desde logo me convidaram para me juntar ao grupo deles nas voltinhas semanais.

Desde já lhes agradeço todo o
apoio que me têm dado, bem como a paciência que têm tido em esperarem por mim e pelo Bruno nas fatídicas subidas (somos os mais maçaricos!!), enfim têm um espírito de camaradagem que faz inveja a muitos. Um obrigado especial ao Tó Zé e ao Elvis pela força que me têm dado e ao Torrado por estar sempre pronto para desenrascar a rapaziada.

OSGA

PASSEIO EM CUBA

Depois de ter recebido um convite do meu compadre para participar no passeio de S. Martinho em Cuba, o qual aceitei de imediato, fiquei um pouco preocupado com o desempenho que iria ter, já que eram quarenta quilómetros em TT. Era a primeira vez que eu iria participar num evento BTTista.
Lá fomos nós um dia antes pernoitar em Beja acompanhados de toda a família.
No dia do passeio, eu e o Ribas, (que não dormimos nada de tanta ansiedade, eu pelo menos), fomos para Cuba onde nos aguardava um verdadeiro Magusto, muita castanha e "tintol".
Demos início ao passeio, que foi guiado durante os primeiros vinte e cinco quilómetros, tendo sido os restantes quinze reservados para "as lebres" deixarem um rasto de pó fulminante! Foi uma boa estreia para mim, uma vez que havia no traçado campestre muita água, lama mas também muito sol. Bela paisagem aquela alentejana!! Para mim o que havia era muito suor e algum cansaço também, mas nunca me passou pela cabeça em algum momento desistir.
Lá fui eu praticamente sempre acompanhado pelo meu compadre RIBAS, esse torpedo do BTT!!



Conseguimos chegar ao fim da prova sãos e salvos, tanto nós como as nossas "meninas". Pareciam uns croquetes enrolados em lama.
Nessa altura já toda a nossa família nos aguardava faminta e desesperada com o calor que se fazia sentir na província Alentejana. A ementa era um "rancho alentejano", com o qual todos se deliciaram, e eu de tão cansado que estava só bebia água e sumo. Estava mais morto que vivo! Ao fim de duas horas lá consegui comer uma saladita de fruta e já me senti pronto para mais cem metros até chegar junto do carro.
Passada esta aventura Osga e Ribas voltaram às suas casas em Portimão e no Barreiro. Aproveitando a oportunidade agradeço mais uma vez ao Ribas e á nossas famílias por nos terem acompanhado neste nosso dia fantástico.

OSGA

TESTE DA GIMBRINHA

Depois de ter comprado a minha bike que dá pelo nome de "GIMBRINHA" no Barreiro com o compadre RIBAS, eis que veio o primeiro raid. Este para mim muito especial, já que era com a minha menina, uma “Specialized hardrock comp disc". Fizemos uma voltinha em Sagres para a testar, quase sempre junto á falésia, ficando tudo registado fotograficamente pelo "Repórter da SIC" RIBAS, praticamente com um pé na TVI, devido á escassez de gajas boas, o que veio a se concretizar no famoso raid da descida da Cordoama, que mais tarde postarei.
Entre subidas e descidas, a “Gimbrinha” teve nota Dez, já o dono ... ??
Eu claro estava muito feliz por ter a minha própria Bike para as voltinhas semanais.



OSGA

segunda-feira, 19 de março de 2007

O BATISMO

Eram 7,30h da manhã quando o despertador tocou, nem queria acreditar que era para ir pedalar até à "ruiva". Lá me levantei e me preparei para aquele que viria a ser o primeiro de muitos raids de BTT até hoje.
Então saí do farol (S. Vicente) em direcção a Sagres onde me aguardavam já os mini BTTistas (Tobias e Rui Miguel) e também o grande responsável pelo que sou hoje ao nível do BTT, calma sou só mais um BTTista nada de Pró. Esse responsável, que em breve será meu compadre, dá pelo nome de RIBAS.
Então lá fomos os quatro em direcção à "ruiva" (Ponta Ruiva, uma praia que fica na costa vicentina entre Sagres e Vila do Bispo). Eu na altura levava uma bicicleta de marca KONA, emprestada dum amigo meu e equipada com pedais de encaixe, algo que eu nunca tinha experimentado antes. A certa altura já com alguma adrenalina, por rolar num caminho de terra batida fiz um cavalinho ao qual o meu compadre RIBAS proferiu a seguinte frase: " grande cavalo Pacheco, grande performance" e eu levado pelo entusiasmo voltei a repetir a proeza de mais um cavalinho, só que desta vez me esbaldarei, caindo uma valente porrada de costas no chão, já que levava os pés encaixados nos pedais e estes não saltaram.




Logo fui assistido pelos miúdos e pelo meu compadre (que na altura teve que interromper a sua reportagem que estava a fazer para a SIC) que exclamou logo de seguida “aleijaste-te PP” e de facto eu tinha-me magoado um pouco, ficando com o braço esfolado e uma dor no coxins que durou cerca de um ano. Foi daí que saiu a célebre frase entre nós - "BTT sem sangue, não é BTT".
Mas o nosso destino era a "ruiva", o qual o cumprimos. Chegados lá, apreciamos aquela beleza natural enquanto o compadre RIBAS continuava com a sua reportagem. Já os miúdos reponham forças comendo alguma coisa e bebendo líquidos para se hidratarem, já eu estava a pensar voltar para casa para tratar do meu braço que estava um pouco ensanguentado.
Terminado tudo, lá regressámos em direcção à “mitra” onde nos aguardava uma bela sardinhada e carapauzada feita pelo grande Sebastião.
Como já perceberam, eu sou o Osga, faroleiro, tenho trinta e cinco anos e hoje estou viciado pelo BTT!

OSGA

sábado, 17 de março de 2007

O ESPAÇO DIGITAL

Digitalmente, o cenário do BTT nacional está de boa saúde. Desde o comércio electrónico aos sites pessoais, ele há de tudo.
Os Blogs estão na moda. Mas os FORUMS também. Estes meios digitais de comunicação são uma mais valia no debate e organização dos mais variados temas sobre o mundo do BTT e estão na sua maioria associados a Clubes, Associações, Colectividades ou pequenos grupos de BTTistas.


Como bom associado, tenho muito orgulho em aqui referir, já pela segunda vez neste blog, o fórum do meu clube FIDALBYKE. Visitem-no em – http://www.bttbarreiro.web.pt/.

Mas o expoente máximo a nível nacional é sem duvida o forumbtt.net - http://www.forumbtt.net. Neste momento com 7123 forenses inscritos e 115339 mensagens em 7346 tópicos.
Mais cedo ou mais tarde acaba por ser um hábito diário a sua visualização.
A ânsia pela informação torna-se tão pertinente como o pedalar na nossa bike.

POSTEM !!...

ribas

quinta-feira, 15 de março de 2007

A NOVA MÁQUINA

Na altura certa surgiu a oportunidade esperada. A compra da tão desejada bicicleta nova. Revistas, Internet, opiniões daqui e dali, lá fui levado pelo Tó-Zé (primeira pessoa que conheci do Fidalbyke) à loja do Luís Sequeira – Ciclomarca – a ver se gostava de “alguma coisinha”.
A paixão foi a seguinte: SCOTT SCALE 50 (2006)


- Características com modificações

• Quadro – Scott Alumínio 7005 DB
• Suspensão – Rock Shox Tora 318 Lockout 80mm
• Mudanças trás – Shimano XT 27 Speed RD-M751
• Mudanças frente – Shimano Deore 530
• Manípulos - Shimano Deore 535 Dual-Control
• Direcção – Ritchey semi inter. OE
• Movimento Pedaleiro – Shimano ES 30 spline
• Corrente – Shimano CN-HG53
• Travões - Shimano Deore 535 Disc 160
• Manetes travão - Shimano Deore 535 Disc
• Discos - Shimano Deore Disc 160mm rotor
• Pedaleiro – Shimano FC-M 470 hollowtech 22x32x44 T
• Guiador – BBB Inca carbono
• Extensores guiador – Racing Concept
• Avanço do guiador – Scott Comp
• Pedais encaixe – Shimano PD-M505
• Espigão selim – Scott Comp
• Selim – Specialized Avatar Gel 143mm
• Cubos – Shimano 495 Disc CL/32H
• Cassete – Shimano LX HG50-9 11-32 T
• Raios – DT Swiss Champion Black
• Aros – Alesa Tauros 2000 Disc/32H
• Pneus – Scott OXID 26x2.0 60TPI Kevlar Bead
• Conta-quilómetros – Sigma BC 1600
• Peso – 12 Kg
• Nome de Baptismo – “GINA”

ribas

O COMPADRE “OSGA”

Uma das minhas mais recentes alegrias foi ter conseguido convencer o grande “bacano” que se tem revelado um grande amigo e que ainda por cima é meu compadre.
Pessoalmente, estou bastante orgulhoso de uma coisa … Contagiei-o com a doença do BTT.

Um grande abraço ao osga, porta-te bem !...

ribas

O VICIO AO PÉ DE CASA

Eis que a descoberta de um recente grupo organizado de “viciados” foi recebida com bastante “pica”. Foi bom constatar que a amizade e a camaradagem brota do poder que as bicicletas provocam em nós.
Foi em Setembro de 2005 que esta descoberta aconteceu. FIDALBYKE – Clube de Cicloturismo. ribas – sócio nº 29.
O seu site na Internet -
http://www.fidalbyke.web.pt/index.htm - e também o Fórum aberto pelo Clube de dedicado ao BTT do Barreiro - http://www.bttbarreiro.web.pt/ também permitiram a uma aderência substancial de sócios.
Eis alguns extractos de um artigo escrito num jornal da região pelo gestor Carlos Freire:

“AS PESSOAS EM PRIMEIRO LUGAR – O nosso estilo de vida corrompe-nos as almas e destrói o que de mais humano temos: o sentido de presença. Vivemos embrenhados nos nossos problemas, na nossa falta de tempo, na solidão que o urbanismo e as famílias nucleares nos impõem. Por vezes estamos sós mesmo quando estamos no nosso espaço, e mesmo quando esse espaço é partilhado por milhares de outras pessoas. Não é raro vivermos num edifício e não conhecermos os nossos vizinhos. Já ninguém pede uma chávena de açúcar ao vizinho do lado.
E vai daí, construímos condomínios
fechados e fechamo-nos ainda mais. E depois vem a exigência dos horários, os filhos que nos pedem o tempo que pensamos não ter, porque nos doem os calos de um trabalho que nos chupa a carne e nem os ossos escapam. Vivemos misturados no trânsito ou em filas de transportes públicos, colados a rostos estranhos que nada nos dizem, inexpressivos. Vivemos colados, quase sempre paredes-meias, mas não temos contacto humano. Estamos assim, numa espécie de síndroma urbano-depressivo, próprio das sociedades de terceiro mundo, mas fingimos que pertencemos a um primeiríssimo mundo, civilizado e limpo.
Acordem, organizem-se. “Et voilá”, lá aparecem os que acordam e se organizam e fazem da vida uma coisa melhor. Surgem as associações e organizações não oficiais, fruto da iniciativa de alguns mas que existem para deleite de todos. E são estas organizações, muito mais importantes que o esforço oficial de um Estado abstracto e distante, que nos fazem sentir parte de alguma coisa. Preenchem os tempos livres de pessoas sós e não só, fazem muito pelos jovens e pelo seu crescimento e integração na sociedade, aproveitam a experiência dos mais velhos, dignificando a sua maturidade e sabedoria, dinamizam o desporto e as actividades lúdicas e culturais. Vergo-me, de forma reverente, perante todas as associações culturais e desportivas da nossa cidade, e do nosso país, porque contribuem, de forma inteligente e saudável, para adocicar a vida dos seus associados e simpatizantes.
Promovem o contacto humano e a criatividade de todos. Aplaudo a iniciativa desprendida de pessoas que investem o seu tempo em prol dos demais, num exemplo digno de coerência humana e de puro altruísmo. Não há despotismos nem
paternalismos, não há outro interesse que não seja o trabalho realizado em prol dos outros ou a paixão por uma actividade lúdica, cultural e desportiva. (…)
(…) Mas ainda assim, ainda existe espaço para novas iniciativas. E destaco uma, cuja proximidade me obriga à sua referência. Esta proximidade não advém de laços afectivos nem pelo facto de lhe pertencer mas cujas circunstancias da vida me levaram a ter assistido à sua criação e crescimento, ainda que à distancia de um observador minimamente atento, e por ter visto uma grande iniciativa que encheu a Quinta dos Fidalguinos de gente e de bikes:
o FIDALBYKE, Clube de Cicloturismo. Por mais estranho que possa parecer, esta gente elabora todos os dias uma actividade que, nestes tempos impessoais e depressivos, representa mais do que boa vontade: é quase um milagre. Claro que este ecuménico termo é desapropriado, já que a boa vontade e a iniciativa é que são o verdadeiro milagre. Este clube, pelo que pude ler no seu site oficial, surgiu da boa vontade e do interesse dos seus membros por um desporto pelo qual nutrem verdadeira paixão. Mal sabem eles que esta iniciativa é muito mais que isso, é muito maior que a paixão pelas”meninas” – referem-se às bikes, obvio. E fazem mais pela sociedade do que eles próprios pensam.
Estas palavras de elogio são gratuitas, como a boa vontade deste pessoal, e servem de incentivo ao FIDALBYKE e a todas as iniciativas semelhantes. Continuem. Parabéns. Boa sorte.”

ribas

O INICIO EM SAGRES

Vou a Sagres bastantes vezes por ano.
Das suas planícies ventosas, a certa altura, de um “cota” de 40 anos nasce um aspirante a BTTista – ribas.biker.
Ribas.biker, BTTista solitário, redescobre a Liberdade que na infância o fez vibrar de alegria em cima da sua ginga.





Tentando cativar almas BTTisticas, arrasto comigo as crianças para os trilhos de Sagres, mas o futebol na rua é mais fácil que subir a sprintar.

Aqui surgiu a minha 1ª máxima – BTT FOREVER !!

ribas